o melindre dos olhos pequenos
segurou-me desde então
guardava o vício de um doce veneno
pois não soube dizer não
tornaram-se cada vez mais frequentes
tu e eu e teus trapos tão vivos
quando o lúgubre punha-se à frente
sabedoria descomedida, o conselho e a despedida
se não sabemos o que fazer
a literatura nos dá as asas
e se a música é parte do ser
timbram as nossas almas
fazes-me sempre em tua arte
acreditar-me mais capaz
trazes-me um faz de conta loquaz
que insiste em pincelar-me
se algum dia trabalho te dei
foi por haver algo de materno
se há um dia que seja teu
que ele seja, a ti, eterno
(à fabiana)
Que lindinhooooooooooooooo!!!!!!!! Como vc é muito fofa, Ricelli!!!
ResponderExcluirgostei bastante. Parabéns :)
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